melkitas orientais.webp

FIRMAMOS UMA PLENA COMUNHÃO FRATERNA COM A MISSÃO CATÓLICA MELKITA ORIENTAL DE ANTIOQUIA

*Católica*, sem ser latina
*Ortodoxa*, sem ser separada
*Árabe*, sem ser muçulmana

* Caldeia Assiria Canônicamente Válida e reconhecida

*Estamos em comunhão com Roma mais somos Ortodoxos
 

“Não só é desnecessário adotar os modos do Rito Latino para manifestar o Catolicismo, como isso é uma ofensa à unidade da Igreja” Dom Joseph Tawil

A Igreja -Melkita Católica está em comunhão plena com o Papa através de seu Patriarca: Patriarca de Antioquia e de todo o Oriente, Alexandria, e Jerusalém (hoje, Sua Beatitude Gregório III e Sua Beatitude John X). Pertencendo a tal jurisdição, os melkitas estão diretamente ligados às origens do Cristianismo.

Seu rito se chama Siriaco e tem como línguas litúrgicas o Aramaico e o Siríaco (português é também usado em nosso país).

A Igreja Melkita é Antioquina, porque surgiu no Império Romano do Oriente, cujos habitantes eram conhecidos como Antioquenos.
A Igreja Melkita é melkita porque seu posicionamento na questão do monofisismo foi o do imperador bizantino Marciano (melkita vem do semítico e significa “real”).

O Grande Cisma de 1054, que separou Oriente de Ocidente, não reverberou no Patriarcado de Antioquia. Por 700 anos, Antioquia permaneceu indivisa entre Roma e Constantinopla. Quando houve a divisão, em 1724, surgiram a Igreja Melquita e a Igreja Ortodoxa Antioquena. Mesmo em comunhão com Roma, a Igreja Melquita luta para preservar a tradição ortodoxa e estamos eternamente unidos com a Ortodoxia, apesar de todas as pressões. Isso significa, por exemplo, defender um papado menos centralizador, com maior autonomia e verdadeira comunhão com os bispos, além de propor o celibato opcional antes da ordenação sacerdotal. Se a nossa Igreja tiver sucesso em sua missão, mostrará ao mundo ortodoxo que é possível viver a comunhão com Roma, como no I Milênio, mas com a plenitude de suas tradições orientais. E mostrará ainda à humanidade um rosto mais policrômico da Igreja, sua unidade na diversidade, como em Pentecostes.

Várias conquistas em tal sentido feitas no Concílio Vaticano II foram em grande parte pela reconhecida atuação de nosso Patriarca Máximo IV, de eterna memória, e do Santo Sínodo dos Bispos Melquitas. Ao fim do Concílio, o então Patriarca de Constantinopla, Atenágoras, de eterna memória, disse ao nosso Patriarca Máximo: “Vós fostes a nossa voz!”.

CORAGEM PARA SERMOS NÓS MESMOS!